sábado, 13 de março de 2010

Eventos Artísticos - Festival de Inverno de Campos do Jordão


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão é um grande festival de música erudita do Brasil. Acontece todos os anos no mês de julho, no Auditório Cláudio Santoro, localizado em Campos do Jordão, no estado de São Paulo.
Foi criado em 1970 pelos maestros Eleazar de Carvalho, Camargo Guarnieri e João de Souza Lima, inspirado no Festival de Tanglewood.
É considerado o maior festival de música clássica do país, e leva a Campos do Jordão alunos bolsistas que passam um mês estudando com importantes nomes da música nacional e internacional. Paralelamente às atividades pedagógicas, há uma intensa programação com convidados que se apresentam em diferentes lugares da cidade.
A partir de 1973, o maestro Eleazar de Carvalho, então diretor artístico do festival, deu início à programação pedagógica, concedendo bolsas de estudos para jovens promissores no campo da música. Este caráter pedagógico, que permanece até hoje, possibilita aos estudantes o aprofundamento de estudos musicais por meio de aulas, em tempo integral, com renomados professores.
A partir de 1995 o festival entrou em uma nova fase, não só na qualidade da programação, que trouxe nomes internacionais de peso como otenor Roberto Alagna, Aprile Millo, a pianista Maria João Pires, o trompetista Daniel Havens, a cantora Kiri Te Kanawa e o maestro Kurt Masur.
Desde que assumiu a direção artística do festival, em 2004, o maestro Roberto Minczuk, como ex-bolsista do festival, retomou a principal característica do evento, com ênfase na programação clássica e na área pedagógica.
Atualmente, o festival realiza cerca de 50 apresentações de importantes orquestras, grupos de câmara e recitais nos principais teatros e espaços da cidade, entre eles, o Auditório Cláudio Santoro, Palácio Boa Vista, Igreja de Santa Terezinha, Igreja São Benedito e a Praça Capivari, onde acontecem os concertos ao ar livre para milhares de pessoas. Paralelamente à programação, o festival realiza diversos cursos de formação musical, como Curso de Instrumentos de Orquestra Sinfônica, Piano, Violão, Música de Câmara, Prática de Orquestra Sinfônica, Regência de Orquestra e Composição (aulas individuais, masterclasses, prática, grupo).
O Festival de Inverno de Campos de Jordão tem um público de aproximadamente 80 mil espectadores diretos, que lotam a cidade atraindo diversos eventos simultâneos. Em 2008, o Festival abordou o tema Música e Literatura, com obras musicais inspiradas em peças literárias.
O festival é uma realização do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Estado da Cultura, com produção do Centro Tom Jobim, uma organização social da cultura.


ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

Desde o primeiro concerto em 1954, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo –Osesp– trilhou uma história de conquistas, que culminou em uma instituição hoje reconhecida nacional e internacionalmente pela qualidade e excelência. A Osesp é atualmente parte indissociável da cultura paulista, agente de transformações e criadora de um novo paradigma na música de concerto e na gestão cultural em nosso País. Nos primeiros anos, a Osesp foi dirigida pelo maestro Souza Lima e pelo italiano Bruno Roccella, mais tarde sucedidos por Eleazar de Carvalho, que por 24 anos permanece à frente da Orquestra e desenvolve intensa atividade, com temporadas regulares no Teatro Cultura Artística, transmissões pela TV Cultura, turnês nacionais e a realização dos concursos Jovens Solistas da Osesp e dos Concertos para a Juventude. Nos últimos anos sob seu comando, o grupo passa por um período de privações. Porém, antes de seu falecimento, Eleazar deixa um projeto de reformulação da Osesp. Com o apoio do Secretário de Cultura e o empenho do Governador Mario Covas, é realizada a escolha do maestro que conduziria essa nova fase na história da Orquestra.

Em 1997 o maestro John Neschling assume a direção artística da Osesp e, com o maestro Roberto Minczuk como diretor artístico adjunto, redefine e amplia as propostas deixadas por Eleazar. Em pouco tempo, a Osesp abre testes para os músicos, no Brasil e no exterior, eleva os salários e melhora as condições de trabalho.

A Sala São Paulo é inaugurada em 1999 e, nos anos seguintes, são criados os coros Sinfônico, de Câmara, Juvenil e Infantil; o Centro de Documentação Musical Maestro Eleazar de Carvalho; o Serviço de Assinaturas; o Serviço de Voluntários; os Programas Educacionais; a editora de partituras Criadores do Brasil; e a Academia da Osesp. As temporadas se destacam pela diversificação de repertório e uma parceria com o selo sueco BIS garante a difusão internacional da música brasileira de concerto.

A criação da Fundação Osesp, em 2005, representa um marco na história da Orquestra. Com o presidente Fernando Henrique Cardoso à frente do Conselho de Administração, a Fundação coloca em prática novos padrões de gestão, que passam a ser referência no meio cultural brasileiro. Após as turnês pela América Latina (2000, 2005, 2007), Estados Unidos da América (2002, 2006), Europa (2003, 2007) e Brasil (2004, 2008), o grupo realiza em 2008 a primeira edição da Osesp Itinerante, pelo interior do estado de São Paulo, com concertos, oficinas e cursos de apreciação musical que atingem mais de 70 mil pessoas. Em 31 de dezembro de 2008 é realizado um concerto de ano novo para a emissora franco-alemã ARTE, regido pelo maestro Neschling e transmitido ao vivo para a França, Alemanha, Bélgica, Suíça, Espanha, Áustria, Polônia, Finlândia, Portugal, Dinamarca, Hungria, Suécia, Itália, Holanda e Brasil.

Fonte:OSESP

quinta-feira, 11 de março de 2010

Eventos Artísticos - Coreto

Coreto
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Coreto é uma cobertura, situada ao ar livre, em praças e jardins, para abrigar bandas musicais em concertos, festas e romarias. Também é usado para apresentações políticas e culturais.
• Coreto é também um regionalismo de Minas Gerais, significando:
o Reunião festiva em que se bebe fazendo saudações cantadas
o O canto dessas saudações

Avaré – São Paulo - Brasil



Coimbra – Portugal







terça-feira, 3 de novembro de 2009

Animação - PowerPoint e Movie Maker (2º Ano)

Usando o PowerPoint e o MovieMaker

Para transformar imagens estáticas em animação, há os programas PowerPoint e MovieMaker (ambos na Microsoft), entre outros. Não são programas difíceis de ser aprendidos. De modo geral e sintético, pode-se dizer que:

No PowerPoint, inicia-se com um layout em branco, inserindo cada imagem digitalizada (desenho ou fotografia) em um slide. A velocidade de transição entre os slides é que dará a impressão de movimento. Recursos como som e outros efeitos dependem da exploração das ferramentas, do aprendizado e tempo possível para a produção.

No MovieMaker, é preciso iniciar importando as digitalizadas (desenhos ou fotografias) e depois arrastá-las para a caixa do storyboard, formando a sequência. Pode-se importar também o áudio, como música ou narrações. Depois, é preciso ir a “Linha do Tempo” para ajustar a velocidade de cada quadro. Em seguida, pode-se “Editar” o filme, com efeitos de vídeo e transições, além de títulos e créditos. Depois d animação testada e aprovada, é preciso salvar como filme


Ao transformar a apresentação em vídeo, ela fica com os movimentos um pouco mais lentos que no original do PowerPoint. Foi feito a partir de clip arts do próprio programa, a cada slide devemos mover minimamente cada figura em relação a anterior e com o intervalo zero de transição, transmite a sensação de movimento.

Alguns exemplos de animações até bem simples podem ser encontradas no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=H514ttQ6r2A (Animação bem simples com a música Equalize da Pitty.
http://www.youtube.com/watch?v=ikubi4-W1Dw (Apenas um ponto)
http://www.youtube.com/watch?v=bLhPWwkYcqo (Stickman Guitarrista do Blink-182
http://www.youtube.com/watch?v=OXjw99c28mk
Outros mais podem ser encontrados

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O Buraco no espelho

O Buraco Do Espelho

Arnaldo Antunes

Composição: Edgard Scandurra / Arnaldo Antunes

o buraco do espelho está fechado
agora eu tenho que ficar aqui
com um olho aberto, outro acordado
no lado de lá onde eu caí

pro lado de cá não tem acesso
mesmo que me chamem pelo nome
mesmo que admitam meu regresso
toda vez que eu vou a porta some

a janela some na parede
a palavra de água se dissolve
na palavra sede, a boca cede
antes de falar, e não se ouve

já tentei dormir a noite inteira
quatro, cinco, seis da madrugada
vou ficar ali nessa cadeira
uma orelha alerta, outra ligada

o buraco do espelho está fechado
agora eu tenho que ficar agora
fui pelo abandono abandonado
aqui dentro do lado de fora


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Jingles

Jingle é aquela musiquinha que não sai da nossa cabeça e é feita exclusivamente para vender algum produto; algumas delas acabam tornando-se Cult, ficam gravados na histórica como pequenas peças de arte; acabam ganhando vida própria.

Principais características:

  • Facilidade de memorização;
  • Texto enxuto contendo as principais características do produto;
  • Testo em forma de poesia ou verso.

Jingles:

Chevrotlet

Guaraná Antárctica:


Adicionar vídeo





Links:

sábado, 16 de maio de 2009

Patrimônio Cultural de Mauá - Registros Expressivos

Trabalhos - 1ª Série do ensino médio - EE Jd. Cruzeiro - Mauá

1ª Série G
Beatriz, Bianca, Daniela, Pamela e Stephanie


1ª Série G
Aline, Jéssica, Lucas Fernandes



1ª Série F
Jessica, Luana, Mayara